João Almeida esteve perto da vitória no Tirreno-Adriático
Numa etapa de primeira metade plana e segunda metade ligeiramente acidentada, com pequenas subidas a permitir ligeiros rasgos de brilhantismo dos trepadores do pelotão, o ciclista luso da Deceuninck-Quick Step foi protagonista de um ataque no pelotão a 30 km da meta, que envolveu o russo Pavel Sivakov (INEOS Grenadiers), o britânico Simon Yates (Team BikeExchange) e o espanhol Mikel Landa (Bahrain-Victorious), que acabou por ser alcançado já perto do fim da corrida.
Na batalha do «sprint» final, foi um colega de equipa de João Almeida, o francês Julian Alaphilippe, o grande vencedor de uma etapa de 202 km que ligou Camaiore e Chiusdino, mas o comandante da geral continua a ser o belga Wout van Aert, da Team Jumbo-Visma, ele que também está na frente da classificação por pontos. O italiano Vincenzo Albanese (EOLO-Kometa) lidera na montanha e Pavel Sivakov é o novo detentor da camisola da juventude.
Para a terceira etapa do Tirreno-Adriático, a ação promete desenrolar-se com novos e emocionantes capítulos, num traçado de 219 km entre Monticiano e Gualdo Tadino repleto de pequenas subidas e descidas, em que se antevê uma chegada ao sprint e uma luta acesa pelos pontos e a montanha. A subida ao Poggio della Croce, com 4,4 km de extensão e inclinação de 7,5%, e a meta volante de Umbertide ao quilómetro 165 são os pontos altos do dia.
Texto: Gonçalo Novais
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Data de publicação: 2021-03-11
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