×
Segue-nos!
  • Aparecida vence em luta de aflitos

    CAMPEONATO PORTUGAL
    Ver Mais
  • Vitória com "piscar de olho" ao play off

    HÓQUEI EM PATINS
    Ver Mais
  • Portugal cai de pé num clássico intenso frente à Espanha

    FUTSAL | SELEÇÃO
    Ver Mais
  • PORTUGAL DIZ "HELLO" MUNDIAL

    Ver Mais
  • De Lousada até Roma por uma causa solidária

    SOLIDERIEDADE
    Ver Mais

Nélson Oliveira estreia-se na Milano-Sanremo na 17ª clássica da carreira

O ciclista Nélson Oliveira, experiente especialista em contrarrelógio da Movistar Team, vai ser o único português presente na clássica Milão-Sanremo, na qual fará a sua estreia depois de uma carreira em que já participou em 16 clássicas.
Após ter deixado uma boa imagem no Tirreno-Adriático, com destaque para a penúltima etapa e, claro está, o contrarrelógio individual, o ciclista de Anadia vai enfrentar os 299 km de uma prova duríssima, em que a diversidade das exigências colocadas ao pelotão e a extensão da etapa única levam os ciclistas ao limite da sua capacidade, num cenário em que os telespectadores podem deleitar-se com as paisagens magníficas da costa marítima do norte de Itália.
Relativamente à equipa que acompanhará o português no certame, há dois ciclistas que poderão ser mais-valias para a Movistar, no sentido de chegar a um resultado positivo. Um deles é o espanhol Iván Cortina, corredor de 25 anos que é um especialista em clássicas, com resultados muito interessantes nas edições de 2018 e 2019 da Tour des Flandres. Igualmente competente poderá ser o italiano Davide Villella, que ainda no ano passado obteve o 35º lugar na Milão-Sanremo e está apostado em fazer ainda melhor este ano.
 
Os espanhóis Lluís Mas, Gonzalo Serrano e Albert Torres e o dinamarquês Mathias Norsgaard serão os restantes colegas de equipa de Nélson Oliveira, num certame em que todos os vencedores desta «clássica» desde 2014 estarão presentes e são candidatos aos lugares da frente, como Wout Van Aert (Team Jumbo-Visma), Julian Alaphilippe (Deceuninck-Quick Step), Arnaud Démare (Groupama-FDJ), Michal Kwiatkowski (INEOS Grenadiers), John Degenkolb (Lotto Soudal), Vincenzo Nibali (Trek-Segafredo) e Alexander Kristoff (UAE-Team Emirates). Além destes, muita atenção ao que pode fazer Peter Sagan, que conta com uma forte esquadra da BORA-hansgrohe para ver se o leva à tão ansiada vitória nesta «clássica», onde em dez aparições fez oito «top-10», dois dos quais segundos lugares em 2013 e 2017, ou ao veterano belga Philippe Gilbert, cujo longo historial de participações na Milão-Sanremo já o levou a cinco lugares entre os dez primeiros, com destaque para os terceiros lugares de 2008 e 2011.
Em relação ao perfil da corrida, será um traçado irregular, com várias pequenas subidas e descidas, sendo que a maior subida de todas será ao quilómetro 165,5, o Cole del Giovo, que levará o pelotão a uma altitude máxima de 518 metros, depois de 5 km de subida com inclinação de 2,8%. Nos últimos 50 quilómetros, aguardam os corredores cinco pequenas subidas e duas delas, próximas à meta, poderão ser importantes na definição do leque de homens que irão lutar pela vitória final, como são a subida de Cipressa (5,6 km de extensão com inclinação de 4,1%) e de Poggio di Sanremo (3,6 km de estrada a 3,6% de inclinação).
A 112ª edição da clássica Milão-Sanremo está marcada para este sábado. 

 
 

Anexos:

Partilhar

Data de publicação: 2021-03-19

Outras Noticias

Comentários

  • De momento esta notícia não tem comentários à apresentar.

Deixe um comentário