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Hélder Resende "há cada vez mais clubes na nossa região a apostar na modalidade do futsal"

A AJAB Tabuaço é um dos grandes clubes do Alto Douro Vinhateiro, dedicados ao futsal, e grande referência na região.
Com participações de grande nível na 2ª e 3ª Divisões Nacionais, bem como na Taça de Portugal, o clube é igualmente uma das grandes referências no distrito de Viseu e, quando a Divisão de Honra foi cancelada por força da pandemia, era mesmo detentor da liderança do campeonato, e estava na luta pelo regresso aos nacionais.
Finda a época, é tempo para preparar o futuro. Num clube que lançou para a ribalta um «craque» como Fábio Cecílio, a aposta na formação e nos jovens jogadores do concelho e da região serão uma pedra angular no desenvolvimento desportivo da AJAB. A continuidade da aposta na modalidade, e na aproximação do futsal ao público local, serão outros dos pontos estratégicos do crescimento de uma coletividade que promete continuar a honrar o desporto do Alto Douro, como tão bem fez até aqui.
Tudo numa entrevista conduzida pelo Complexo ao presidente e também treinador da equipa principal do AJAB Tabuaço, Hélder Resende.
 
Termina a época do AJAB Tabuaço na Divisão de Honra da AF Viseu, numa altura em que liderava um campeonato extremamente competitivo. Que balanço pode fazer-se da prestação da equipa, numa época de tanto equilíbrio desportivo?
Na presente época desportiva, até à interrupção do campeonato, estávamos a ter uma prestação muito positiva, tendo em conta aquilo que antecedeu o início deste campeonato. Na realidade algumas alterações foram realizadas relativamente àquilo que foi a última época, nomeadamente e desde logo a alteração “forçada” do treinador Bruno Fernandes, em função da sua situação profissional, treinador que vinha a desenvolver um excelente trabalho dentro daquele que foi o novo rumo seguido por esta direção. Outra das contingências que tivemos deveu-se à saída de última hora de alguns jogadores que tínhamos e considerávamos de extrema importância para aquilo que era a planificação da época.
 
O campeonato termina com três equipas em igualdade pontual na liderança, e com cinco pontos a separar o primeiro do quinto classificado. O que explica tamanha competitividade, e em que medida ela ilustra a qualidade das equipas presentes na competição?
Penso que este talvez tenha sido o campeonato mais competitivo dos últimos anos, em que várias equipas se perfilavam e comprovaram em campo ser candidatos ao título de campeão distrital. A diferença pontual entre os primeiros classificados deixava tudo em aberto para a ponta final do campeonato e isso demonstra a qualidade e equilíbrio entre as diferentes equipas.
 
A classificação final do AJAB Tabuaço leva a crer, até pela história recente, que o clube se preparou para lutar pela subida de divisão, e pelo regresso aos campeonatos nacionais. Em que medida uma decisão de cancelamento dos campeonatos não pode colocar em causa a capacidade futura de o AJAB Tabuaço conseguir, nas próximas épocas, investir no acesso à 2ª Divisão Nacional?
Uma equipa como a AJAB Tabuaço, pela sua história, é sempre colocada como um dos potenciais candidatos ao título. Na realidade, fruto das contingências já referidas, eramos colocados como um dos outsiders deste campeonato. Havia mesmo quem nos considerasse à partida uma das equipas mais fracas. Contudo, jogo após jogo, fomos conseguindo ganhar o respeito dos nossos adversários e vistos como umas das equipas capazes de conseguir vencer o campeonato. Na realidade perdemos alguns jogadores importantes, mas aliando a experiência de alguns atletas fantásticos que temos à irreverência e à muita qualidade de alguns produtos da nossa formação conseguimos conquistar o nosso espaço. O cancelamento do campeonato pode ter posto em causa a capacidade no imediato de nos colocar na 2ª Divisão Nacional, mas aguardamos serenamente o desfecho de toda esta situação, sendo que isso não é uma obsessão.
 
Como avaliam a adequação da decisão de cancelamento dos campeonatos, face à situação existente?
Penso que a decisão peca um pouco por precipitada. É certo que face à situação que vivemos a saúde de todos deve e tem de estar em primeiro lugar. Contudo, penso que a decisão precoce tomada quando ainda falta tanto tempo para o início da próxima época desportiva não foi a mais sensata. Na realidade há clubes que fizeram investimentos avultados, com apoios e patrocinadores em busca de determinados objetivos, e com esta decisão todo o investimento foi deitado por terra. Mais uma vez reforço que entendo a razão de ser da decisão, mas custa-me mais a perceber qual a urgência na tomada de decisão final.
 
Após o encerramento dos campeonatos, é expectável que já esteja a ser projetada a época 2020/21, no meio de uma situação complicada em termos económicos e financeiros. Como é que uma equipa como o AJAB Tabuaço, da região interior norte e inserida num contexto marcado por alguma escassez de recursos, vai adaptar-se a uma previsível redução de apoios disponíveis, tanto de entidades autárquicas como do setor empresarial local?
Neste momento penso que ninguém está em condições de prever aquilo que seja relativamente ao que vai ser a próxima época desportiva. Temos a certeza que pelo trabalho desenvolvido ao longo dos anos e pela forma como temos vindo a estruturar esta associação esse problema não vai interferir com a nossa atividade.
 
Olhando em retrospetiva para a história do AJAB, a associação celebra este ano 20 anos de história, marcados desde cedo por grandes sucessos no futsal, como o recordam o título da 1ª Divisão Distrital em 2001/02, e da Divisão de Honra da AF Viseu na época seguinte. Que fatores explicam este sucesso tão rápido da modalidade no concelho, e que permitiram estes sucessos tão retumbantes?
A AJAB Tabuaço surgiu num período em que o concelho atravessava um vazio desportivo no que diz respeito ao desporto federado. Após o “desaparecimento” do Grupo Desportivo de Tabuaço, penso que em 1997, não existia no nosso concelho nenhuma equipa a disputar competições federadas. Havia, no entanto, um grande número de atletas que haviam sido formados pelo GD Tabuaço que mantinham o bichinho pelo desporto, nomeadamente pelo futebol e que não perdiam a oportunidade de se juntar para participar nos torneios de verão de futebol de salão na altura. Com o surgimento da AJAB Tabuaço em 2000, uma associação que surgiu com um intuito inicial até mais de cariz social e cultural, abriu-se espaço a um “casamento” feliz. Por um lado, uma associação direcionada para os jovens, por outro um sem número de atletas com enorme qualidade e potencial. Os resultados ficaram à vista. Logo na primeira época alcançamos o título distrital, subindo à 3ª Divisão Nacional. Na segunda época estivemos a um passo de conseguir a subida à 2ª Divisão. Daí para cá muitas épocas passaram com muitos altos e baixos, mas acima de tudo com o realce do enorme potencial e qualidade dos atletas que formamos e de todo um trabalho diário desenvolvido pelas diferentes direções.
 
Além destes títulos, o clube viria a celebrar mais títulos distritais, como aconteceu, por exemplo, em 2007/08 e 2009/10, antes de um longo período de estabilização nos campeonatos nacionais. Quais os fatores que explicaram a capacidade que o clube teve de subir aos campeonatos nacionais, e de colocar Tabuaço na rota do futsal nacional?
Muito trabalho foi realizado ao longo dos anos pelas diferentes direções. Ao longo dos anos conseguimos construir grandes plantéis com atletas de Tabuaço, mas também de outros atletas e treinadores que conseguimos convencer a juntar-se a nós e ao nosso projeto. Atletas de qualidade reconhecida por todos a nível regional e até mesmo nacional. Também a nível de treinadores tivemos a felicidade de ter entre nós algumas das referências maiores.
 
Em 2011/12, a AJAB vence a Série B da 3ª Divisão Nacional, e celebra a subida à 2ª Divisão. O que permitiu alcançar esta conquista histórica, e que importância este feito teve no desenvolvimento do clube?
A conquista da Série B do Campeonato Nacional da 3ª Divisão, deveu-se ao trabalho minucioso e cauteloso realizado até então. Na época anterior tínhamos definido que estava na altura de apostar em algo mais, tínhamos um plantel recheado de jovens de grande valor, e ficamos penso que em quarto lugar no campeonato. Outro fator que ajudou nesta conquista foi o desaparecimento de equipas de grande potencial na nossa região, como a UTAD/RealFut e o Chaves Futsal, que deixou um grande número de atletas e mesmo treinadores disponíveis para abraçar novos projetos. E foi aí que nós nos empenhamos. Conseguimos juntar aos nossos jovens promissores, alguns atletas de enorme qualidade e experiência, e ainda um técnico com provas dadas nas mais diferentes divisões do futsal nacional, o mister António Aires, adjuvado pelo mister André Lopes, dupla esta que veio revolucionar os métodos de trabalho da nossa associação, tornando-a ainda mais organizada e “profissionalizada” e digo profissionalizada entre aspas, porque trabalhamos por carolice. Esta conquista foi de importante pela visibilidade que trouxe à associação. Deixámos de ser vistos como aquela equipa que fica muito longe e num local onde é difícil de lá chegar, e passámos a ser visto como uma das boas equipas do panorama nacional.
 
Em 2012/13, inicia-se um ciclo de quatro épocas consecutivas no segundo escalão do futsal nacional, acompanhado de boas prestações na Taça de Portugal, da consolidação de um grupo de jogadores muito respeitado na modalidade, e da projeção nacional de um «craque» como o Fábio Cecílio. Como é recordado este período de «ouro» do futsal do AJAB Tabuaço?
Foi um momento único na história desta associação. Essas duas épocas foram incríveis. Nestas épocas, como disse anteriormente, conseguimos reunir um grupo de atletas fantásticos muitos deles com experiência de 1ª Divisão, que vieram trazer mais qualidade ao plantel. Recordamos esse momento com muito orgulho, foi a página mais bonita desta associação e será relembrada para sempre.
 
Nas últimas temporadas, o clube tem oscilado entre a 2ª Divisão Nacional e os distritais, e não tem conseguido aguentar-se no segundo escalão do futsal português, contrariamente ao que já sucedeu. O que está a acontecer para que a estabilização nos nacionais não esteja a acontecer?
Mudou muito o paradigma do futsal. Atualmente há cada vez mais clubes na nossa região a apostar na modalidade. Veja-se o exemplo do campeonato distrital da AF Viseu que este ano tem 15 equipas. Com isto temos cada vez mais equipas a investir e a recrutar jogadores, cometendo muitas vezes pequenas loucuras quando verificamos quais os objetivos a que se propõem e quais os que verdadeiramente tem estruturas para os alcançar. Daí a razão de muitas vezes depararmo-nos com o incumprimento e mesmo a extinção de determinados clubes. Neste momento na AJAB Tabuaço mudamos um pouco os nossos objetivos. De algumas épocas até à data temos investido essencialmente na criação de condições para os nossos jovens. Entendemos que a essência desta associação é a promoção de desporto federado aos jovens do nosso concelho, pelo que os nossos esforços seguem nesse sentido. Não faz sentido apostar as “fichas todas” naquele que é o plantel sénior descurando toda a restante estrutura. Não faz sentido estarmos a formar atletas a partir dos 5 anos e depois quando atingem a idade sénior não possam ter uma continuação. É certo que dificilmente haverá espaço para que todos o possam fazer, mas torna-se seguramente mais acessível. Gostamos de vencer, como todos, mas não o pretendemos fazer a qualquer custo. Temos de o tentar fazer de uma forma sustentada e acredito que este é o caminho. Temos de potenciar os nossos jovens e conseguir que eles acreditem neste projeto. Ao longo dos anos temos dado provas de que existe muita qualidade nos nossos jovens e aqui eles, assim o queiram, podem contribuir para que a nossa associação atinja os seus objetivos. Sonhamos com uma equipa de futsal sénior totalmente formada por jovens do nosso concelho a conseguir essa estabilização nos campeonatos nacionais. De referir que a construção nos dias de hoje de um plantel com a qualidade desportiva e humana do nível daquela que tivemos aquando desses sucessos ficaria três ou quatro vezes mais dispendiosa do que na altura, e isso é incomportável para a nossa realidade. Esta ideia acarreta alguns problemas, desde logo os resultados desportivos que podem demorar a surgir. Por outro lado, temos a dificuldade em conseguir segurar os nossos melhores valores. O forte assédio de que são alvo, muitas vezes com promessas que mais cedo ou mais tarde se revelam irrealistas. Quanto a este ponto não podemos, nem queremos fazer mais nada a não ser aconselhar e conduzi os nossos atletas da formação pelos melhores caminhos.
 
Com os vinte anos do clube a aproximarem-se, que metas estão a ser projetadas para a Direção, no âmbito de uma estratégia de desenvolvimento desportivo do AJAB Tabuaço para os próximos anos?
Tal como já referi o nosso caminho é o de potenciar os atletas que formamos. Estamos a tentar lançar as bases para que possamos desenvolver este mesmo trabalho de forma consolidada. Conseguimos nas últimas épocas algumas conquistas que apesar de não serem de âmbito desportivo no imediato, podem-nos conduzir a um sucesso no futuro. Desde logo as obras no pavilhão municipal, conseguimos reunir o financiamento para a substituição do piso, algo que se exigia há alguns anos. Conseguimos que as pessoas que estavam responsáveis pelos diferentes escalões fizessem o curso de treinador UEFA C de futsal capacitando-os ainda mais para o trabalho que desenvolvem. Estamos igualmente a dar passos no sentido de dar cumprimento às exigências da FPF no que diz respeito aos requisitos necessários para nos obtermos no imediato a certificação de entidade formadora 3 estrelas, obrigatória no futuro para podermos participar nos campeonatos nacionais. Em simultâneo temos tentado conseguir recrutar cada vez mais crianças e jovens. Atualmente temos quase o dobro dos atletas federados que tínhamos há 7-8 anos a disputar os diferentes escalões da modalidade e de ambos os sexos. Alargando consideravelmente a base da pirâmide para que isso possa assegurar a continuidade desta associação.
 
O futsal é uma das atividades que mais tem projetado o AJAB, fora das fronteiras de Tabuaço. Que importância tem esta modalidade para este concelho, e as pessoas que nele habitam?
A AJAB é certamente uma das associações com mais relevância no nosso concelho, desde logo pelo trabalho realizado com os jovens que ao estarem envolvidos e vivenciando este trabalho, com a transmissão de valores e princípios, não são desviados para outros caminhos. E esse trabalho é reconhecido mais ou menos de forma unânime. A envolvência em torno da mesma já teve melhores dias. Por motivos que nem deveriam sequer interferir com o trabalho que vamos desenvolvendo e que não interessa agora falar, houve um afastamento das pessoas. Esta época estávamos a conseguir inverter esta situação. Esta interrupção não veio ajudar.
 
Perante os problemas económicos, financeiros e mesmo demográficos que a região vive, com baixas taxas de natalidade e um envelhecimento evidente da população, até que ponto o investimento dos concelhos da região no futsal pode ser uma aposta de grande valor, para um desenvolvimento desportivo sustentável em concelhos como Tabuaço?
Acredito que este será o futuro de muitas equipas de concelhos como o de Tabuaço. A modalidade sendo igualmente atrativa e pelas semelhanças com o futebol pode ser uma solução com menos despesas e logística. Contudo esta aposta traz consigo o melhor e o pior. Por um lado, pode levar a uma evolução cada vez maior da modalidade com mais atletas e público e, consequentemente, maior apoio na modalidade. Por outro, muitos dos vícios enraizados no futebol poderão ser transportados para o futsal, e isso também já se faz sentir. Os investimentos que atualmente se veem em muitas equipas em que não tendo ou descurando completamente as equipas de formação, fazem investimentos avultados única e exclusivamente no plantel sénior com o objetivo do resultado imediato.
 
Qual a importância que o vínculo do clube a um atleta como Fábio Cecílio, tem para a projeção social do AJAB Tabuaço, e a valorização das suas atividades desportivas?
O Fábio é um atleta especial e é o expoente máximo da nossa formação. É um orgulho enorme acompanhar as suas conquistas. De cada vez que ele faz um roubo de bola, faz um golo, ganha um jogo ou um título, todos nós sentimos esse momento como um pouco de nosso. Na realidade há um carinho enorme por tudo aquilo que ele é e representa enquanto atleta, mas acima de tudo como pessoa. Estamos sempre com ele nas derrotas e nas conquistas, assim como sabemos que ele está sempre connosco. Procuramos que ele seja visto como um exemplo pelos nossos jovens. No nosso pavilhão temos uma lona com um retrato do Fábio em ponto gigante. Em cada treino, em cada jogo ele está “presente”. Obviamente que nem todos têm condições para atingir o patamar que ele atingiu no desporto, mas o seu exemplo na busca do seu objetivo pode ser transportado para qualquer atividade pelos nossos jovens, transmitindo-lhes o exemplo de que quando nos focamos nos nossos objetivos e lutamos por eles o sucesso está ao nosso alcance.
 
Tendo em conta a qualidade de vários jogadores formados no clube, que importância poderá ter a formação do AJAB, na garantia de um futuro desportivo em que haja garantias de qualidade nas equipas?
Ao longo dos anos temos tido a felicidade de poder formar atletas com enorme qualidade e que aos poucos vão conquistando o seu espaço no panorama nacional. Desde o Luís Martins (Sporting Kansas City), o Fábio (SL Benfica), o Cristiano Marques (Elétrico), o Tiaguinho (Viseu 2001), o Pedro Amaral (Macedense), e o Pedro Ferraz (Viseu 2001), para não falar nos “velhinhos” que nos têm acompanhado nesta caminhada ao longo dos anos. Nos diferentes escalões vão-se destacando alguns atletas que querendo e focando-se poderão atingir patamares de excelência. Mesmo na equipa sénior temos atletas de grande valor que são já vistos como grandes promessas. A base que estamos a criar e a aposta na formação dos treinadores dão-nos mais garantias de que poderemos ter mais qualidade nos nossos escalões. O que nem sempre se traduz em resultados desportivos. Não vivemos obcecados com os resultados desportivos na formação. A nossa preocupação vai no sentido de transmitir-lhes os conhecimentos e ideias do jogo, sempre dentro dos valores e princípios definidos pelo clube. Não queremos ganhar a qualquer custo e os resultados se aparecerem serão de forma natural.
 
Num ano que, apesar de atípico, é histórico para a coletividade, o que pode Tabuaço esperar do seu AJAB, ao nível daquela que será a competitividade das suas equipas, e o desenvolvimento da modalidade que se espera poder ser atingido pelo clube?
Tabuaço pode sempre esperar da AJAB o compromisso que assumimos na formação dos nossos jovens enquanto atletas e homens. Procuraremos sempre evoluir para que o trabalho desenvolvido seja sempre de maior qualidade e que vá de encontro às expectativas de todos. Tentaremos ser sempre competitivos e estar à altura dos objetivos definidos. Gostaria de me despedir, agradecendo o convite do Gonçalo Novais para falar um pouco sobre a AJAB Tabuaço. Dar também os parabéns pelo trabalho feito em prol do futsal da nossa região.
 
Entrevistador: Gonçalo Novais
Entrevistado: Hélder Resende, presidente da AJAB Tabuaço
 

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Data de publicação: 2020-04-30

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