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Samuel “O amarelo e verde do Santa Marta são sempre as minhas cores"

Samuel, defesa-central de 28 anos que representa o FC Santa Marta, é um ícone do clube pela mística e paixão que transporta consigo para o balneário de um projeto que reavivou o futebol no concelho.
Habituado a idolatrar na infância os ídolos que levaram o antigo ADC Santa Marta de Penaguião a destacar-se na Série B da outrora 3ª Divisão Nacional, Samuel diz agora viver, enquanto capitão, o sonho de uma vida – envergar o amarelo e o verde com que o Santa Marta quer conquistar títulos e regressar aos tempos felizes de outrora.
Na entrevista dada ao Complexo, o central penaguiense deixa a garantia aos adeptos de que o lema da equipa continuará a ser o mesmo de sempre – ganhar. E pede ao concelho que se mobilize em torno do clube, para que as grandes ambições desportivas do clube possam ser concretizadas.
 
És já, aos 28 anos, e depois de cinco épocas consecutivas na Santa Marta, uma das grandes referências do clube e do futebol do concelho. Para alguém que começou o seu percurso no Real de Penaguião, o que significa para ti o estatuto de capitão do qual és hoje detentor?
Ser capitão desta grande instituição como é o FC Santa Marta é, para mim, um enorme orgulho. Foi este concelho que me viu nascer e foi aqui que comecei a dar os meus primeiros passos a nível desportivo. As minhas raízes são de cá e estão cá. Por isso, o meu sentimento é sempre de grande alegria e de forte paixão. Ser capitão de um clube tão grande como o FC Santa Marta é, para mim, motivo de satisfação e de orgulho inigualáveis. Porém, é simultaneamente uma enorme responsabilidade e um sério compromisso, que eu tentarei assumir sempre da melhor forma. 
 
Tal como referi na pergunta anterior, foi em Santa Marta que tudo começou, ainda na formação do Real de Penaguião. Como surgiu a possibilidade de ingressares no futebol e quais as tuas principais motivações para iniciar a prática desportiva?
Desde muito pequeno que adorava jogar à bola e fazia-o sempre na rua, com os meus amigos. Um dia, num mero acaso, vi algures um documento que informava que estavam a recrutar jovens atletas para o Real Clube de Penaguião. Nessa altura, como havia muitos atletas juvenis, resolveram criar apenas este escalão. Apesar de eu ter idade de iniciado, jogava no escalão de juvenis. Com 13 anos, para ver os jogos da ADC de Santa Marta de Penaguião, eu subia o monte que se encontra acima do estádio e lá ficava a imaginar-me jogador da terra do meu coração. O meu maior desejo era vir a jogar um dia no escalão sénior deste clube. Este, além de ter sido um sonho que sempre me acompanhou, constituiu o meu grande objetivo de vida futebolística.
 
Nestes primeiros tempos de formação, ainda no teu concelho, que pessoas mais te marcaram enquanto jovem futebolista, e em que aspetos do teu jogo sentes que mais evoluíste, nomeadamente nas funções que habitualmente desempenhavas em campo?
Nos meus primeiros tempos de formação, a pessoa que mais me marcou foi o meu treinador, Miguel Teixeira, que era jogador da ADC Santa Marta e tinha jogado no Vitória de Guimarães. Também admirava o atual presidente do FC Santa Marta, Daniel Santos. Nos jogos a que assistia, era marcante a sua atitude em campo, a sua garra e grande vontade de vencer. Dentro do campo, ele tinha uma presença efetivamente determinante. Na verdade, sinto que me identifico bastante com ele na forma de jogar. O eterno 10 e capitão da ADC e FC Santa Marta, Zé Feliciano, foi também muito importante para mim, pela sua personalidade e liderança em campo. Não posso deixar de salientar o professor José Carlos Leitão, um treinador que me marcou deveras na minha formação, na altura em que me treinou no Abambres, e com quem muito aprendi. Fazendo uma retrospetiva, acho que são estes os meus ídolos futebolísticos enquanto jovem, os quais ainda hoje admiro e valorizo. 
 
Na época de 2007/08, um dos maiores clubes do distrito na formação, o Abambres, marca a tua nova etapa futebolística no teu segundo ano de juvenil. Que circunstâncias e razões te levaram ao teu novo clube?
O que me levou a vestir a camisola do Abambres foi o facto de não haver camadas jovens em Santa Marta. Nesse ano, não havendo o meu escalão no Real Clube Penaguião, fui "obrigado" a ingressar noutro clube. Optei pelo Abambres porque era (e ainda é) um dos maiores clubes do distrito, no que se refere à formação, e porque me identificava com o clube e com as pessoas que dele faziam parte. Este foi um clube que muito me ajudou na minha formação e que sempre me apoiou incondicionalmente. O meu sentimento para com este clube é de um carinho muito especial e de uma profunda gratidão, resultantes da forma calorosa como me receberam e sempre me trataram.
 
Em 2008/09, tens a oportunidade de disputar a 2ª Divisão Nacional de juniores, numa Série A em que pontificavam atletas como Nélson Agra (Varzim), Salvador Agra (Légia Varsóvia, e já com passagens por Benfica e Braga) ou Rafael Lopes (já jogou várias épocas na Primeira Liga, e agora está na Polónia). Como descreves a experiência de jogar nos campeonatos nacionais e em que aspetos mais evoluíste durante esta temporada?
Também joguei, nesse ano, contra o João Silva que jogava no Aves, que foi para a 1ª Liga no Vitória de Setúbal e jogou em Itália. Essa foi uma experiência magnífica a todos os níveis. Na verdade, foi uma das minhas melhores épocas. Sinto que fui posto à prova. A intensidade de jogo, a qualidade individual e coletiva dos jogadores e a própria cultura de jogo estavam acima daquilo a que eu estava habituado. A envolvência foi enorme. Acho que, nessa altura, me tornei num jogador mais maduro, mais experiente e com outra cultura tática. Penso que, no período de formação, é importantíssimo jogar, ainda que seja apenas um ano, na nacional. Temos de convir que, a este nível, a realidade é muito diferente e os jogadores encontram-se num patamar em que a qualidade é inquestionavelmente superior.
 
De regresso aos distritais na época seguinte, o Abambres sagrou-se campeão, depois de uma disputa equilibrada com o Régua. Como descreves essa tua última temporada na formação e que significado teve para ti essa conquista?
Na época anterior, pela diferença de apenas um ponto, tínhamos descido da 2ª Divisão Nacional e o plantel era quase o mesmo. Por isso, nessa época, o objetivo era, sem dúvida, sermos campeões. Essa foi uma fase bastante exigente da minha vida desportiva, já que jogava aos sábados pelos juniores e aos domingos pelos seniores. Felizmente, esse ano revelou-se excelente para mim pois, além de ter sido campeão pelos juniores, realizei vários jogos pelos seniores.
 
Quando chegas a sénior, o primeiro clube que representas é o Lobrigos, em 2010/11, numa equipa em que fazes parte de um plantel que tinha veteranos como Abílio, Dany ou Miguel, jogadores bem conhecidos do campeonato distrital e com muita experiência competitiva. Como se processou a tua adaptação a uma nova realidade e como descreves a tua primeira temporada na Divisão de Honra da AF Vila Real?
Para qualquer jogador, a transição dos juniores para os seniores é muito complicada. Nesse ano, comecei a dar os meus primeiros passos no futebol distrital. O balneário estava recheado de jogadores muito experientes, muito relevantes no futebol distrital e que já tinham andado nos nacionais. Neste contexto, foram muito importantes para mim o meu poder de encaixe e o respeito pelos mais experientes. Os conselhos que deles recebi ajudaram-me a crescer no futebol e na vida. 
 
Na época seguinte, tens a oportunidade de integrar a última equipa da história da ADC SM Penaguião, clube histórico que levou o concelho aos campeonatos nacionais de futebol. De que forma cresceste futebolisticamente numa equipa que foi das melhores do campeonato e que sentimento te fica por teres a noção de que fizeste parte do último capítulo da história de um clube que tanto diz aos penaguienses?
A decisão de aderir ao projeto da ADC SM Penaguião foi, para mim, muito fácil, já que todo o meu percurso, desde os meus 13 anos, tinha sido feito com a ambição de a representar dentro das quatro linhas. A sensação foi fantástica!! Foi um sonho tornado realidade…
Eu tinha consciência de que seria difícil jogar regularmente, pois a ADC Santa Marta tinha jogadores com muita qualidade, muita experiência e de renome nos distritais e nacionais. Sinto-me feliz por ter feito parte do último capítulo da ADC, já que pude concretizar o meu sonho de jogar. Porém, invade-me um sentimento agridoce por não ter podido continuar no clube do meu concelho e do meu coração.
 
Nas três épocas seguintes, antes de regressares a «casa», jogas duas épocas e meia no Abambres e meia época no Lamego, com épocas que terminaram a meio da tabela nas divisões de honra de Vila Real e Viseu. Que importância tiveram estes clubes para ti e em que aspetos mais influenciaram a tua evolução desportiva?
Tendo regressado a uma casa que muito bem conhecia, fui muito bem recebido. Ainda hoje sinto uma certa nostalgia do período de formação em que estive no Abambres. Considero que este clube foi a minha segunda família a nível desportivo. A direção, os sócios e os simpatizantes foram sempre muito agradáveis comigo e sempre valorizaram o meu trabalho. Apesar de ter tido outros convites, representar este clube foi a minha opção consciente, porque me sentia muito bem lá. Quando tomei a decisão de assinar pelo Lamego, fi-lo com o intuito de conhecer uma divisão mais competitiva. É com muito carinho que guardo o Abambres e o Lamego no meu coração! 
 
E eis que, em 2015/16, regressas a Santa Marta, para fazeres parte da história do «novo» FC Santa Marta, novamente na Divisão de Honra. Quais os motivos que te levaram a abraçar este projeto desportivo completamente novo?
O motivo foi o mais lógico: a cor da camisola! Poder ajudar o meu concelho era um sonho cuja realização se tornava novamente possível. Quando envergamos uma camisola que, para nós, tem muito valor sentimental, tudo se torna mais fácil. O amarelo e o verde serão sempre as minhas cores... O projeto inicial que me foi dado a conhecer agradou-me muito. A direção, a equipa técnica e os jogadores eram quase todos do concelho e esse ano revelou-se fantástico a todos os níveis. Essa foi a minha última época pela ADC Santa Marta! Abraçar o “novo” FC Santa Marta foi uma enorme felicidade! Para mim, foi especialmente magnífico constatar que o gigante adormecido iria voltar à AFVR.
 
Desde coisas tão simples, como a cor dos equipamentos ou a presença de vários penaguienses no plantel, até à competitividade do clube dentro das quatro linhas, a verdade é que há semelhanças entre o Santa Marta agora e a ADC já extinta. Até que ponto a mística / identidade foi, de facto, transmitida pela ADC ao FC Santa Marta?
Felizmente, na ADC Santa Marta, houve sempre muita competitividade, o que é muito benéfico para garantir a qualidade de jogo. O FC Santa Marta iniciou um projeto algo cauteloso, mas a verdade é que a mística foi sempre a mesma - a grande vontade de ganhar. Esta mística permaneceu. Esta cultura vencedora foi-nos incutida, bem como a noção da importância que o Santa Marta tinha na AF Vila Real e noutras divisões. Do FC Santa Marta, faziam parte pessoas muito valorosas, como o atual presidente, Daniel Santos, o treinador, Justino, o massagista, Pina, e vários jogadores, o Zé Feliciano, Armando Lopes, Kostadinov. Todos estes tinham estado na ADC Santa Marta e passaram a integrar o “novo” clube FC Santa Marta, o que tornou mais fácil tal transição.
 
Com classificações sempre bastante boas ao longo das épocas, o clube já se destacou, na sua curta história, por ter chegado à final da Taça AF Vila Real, em 2015/16, ou por ter evidenciado, em 2018/19, uma qualidade avassaladora no processo ofensivo, tendo atingido uma sensacional marca de 115 golos marcados em 34 jornadas. Até que ponto estes acontecimentos não são o prenúncio de que estamos na presença de um clube que será capaz de dar grandes alegrias aos penaguienses no futuro?
O FC de Santa Marta só pensa em ganhar todos os jogos, seja contra quem for. Essa determinação torna as coisas mais fáceis, mas o compromisso e a responsabilidade também passam a ser maiores. É esta a razão que faz com que o FC de Santa Marta atinja sempre boas classificações. É um projeto novo, mas com pernas para andar, como podem constatar. Por exemplo, no primeiro ano do “novo” FC de Santa Marta, chegamos a uma final, o que não acontecia há muitos anos. A verdade é que sempre dignificamos a camisola do FC Santa Marta e isso permite-nos atingir sempre classificações que considero aceitáveis para o clube. É essa mentalidade que temos e que queremos mostrar. O FC de Santa Marta quer ganhar sempre e essa vontade corre-nos nas veias.
 
Numa entrevista realizada a este mesmo jornal, o presidente do clube, Daniel Santos, referiu que quer conquistar títulos ao serviço do clube. Como capitão, que indicadores podes encontrar que permitem achar que é perfeitamente possível esses títulos serem conquistados?
Partilho da mesma vontade do presidente do FC Santa Marta. Vamos para a sexta época deste “novo” clube e esta instituição está cada vez mais sólida, mais experiente e mais forte. Basta olharmos para as épocas transatas para podermos tirar as respetivas ilações. O FC Santa Marta tem as ferramentas certas para poder ser campeão e/ou para ganhar a taça distrital. Pelo trabalho que tem feito e que tem demonstrado, este clube merece muitos títulos e acredito que estes estão para breve. O FC Santa Marta é um clube de muito grande dimensão nesta divisão e pode conseguir vitórias fabulosas, no campeonato cada vez mais competitivo da AF Vila Real.
 
Recentemente, a FPF aprovou uma reformulação dos quadros competitivos, que passa pelo regresso de um quarto escalão nacional, a Liga 3, que levará o Campeonato de Portugal a ocupar a posição anteriormente pertencente à 3ª Divisão Nacional. Em que medida estas alterações aos quadros competitivos poderão favorecer as aspirações de clubes como o Santa Marta à subida aos campeonatos nacionais?
Sim, isso pode favorecer a subida de clubes como o nosso aos campeonatos nacionais, já que o desnível deixa de ser tão acentuado. Atualmente, uma equipa dos nossos distritais que suba de divisão tem imensas dificuldades em manter-se, a não ser que reformule o seu plantel, integrando jogadores com experiência de Campeonato de Portugal. Com o cenário que apresentou, parece-me que tais alterações poderão aliviar este campeonato, permitindo que equipas como o FC Santa Marta ou outras dos nossos distritais possam conseguir melhores desempenhos. O Pedras Salgadas é um exemplo disto mesmo, pois teve de recorrer a muitos jogadores de fora, o que se torna insuportável para este tipo de clubes.
 
Na tua opinião, o que seria preciso fazer para se criarem as condições de existência de uma equipa capaz de voltar a representar o concelho nos nacionais de futebol?
Manter uma equipa nos nacionais exige muitos apoios, muita capacidade financeira. Para estar nesse patamar, o FC Santa Marta precisa do apoio dos sócios, dos simpatizantes e das entidades e empresas do concelho. Penso que a única forma de o conseguir será investindo num plantel constituído preferencialmente por jogadores “da terra”. Terá de ser uma aposta a longo prazo, garantindo que estes gostem de representar o concelho e o FC Santa Marta, que tenham rotinas do jogo e que possam evoluir para darem o seu melhor contributo. Esta será, na minha opinião, a solução “mais económica” e sensata. Porém, isso passaria pelo investimento na formação, o que atualmente se torna difícil dada a falta de miúdos no nosso concelho interessados pela prática do futebol.
 
Até que ponto a crise económica e financeira que poderá seguir-se à pandemia poderá ter impacto no projeto desportivo do clube, pelo menos a curto prazo?
Parece-me bastante lógico que o impacto da situação que vivemos atualmente será muito grande no futebol, até porque os clubes, a este nível, não vivem de muitos recursos. Porém, apesar disso, o clube está bem estruturado e continuará a percorrer o seu caminho com os olhos postos na concretização dos seus objetivos.
 
Uma realidade que salta à vista no futebol do concelho é a ausência de formação no futebol, no que às camadas jovens diz respeito, em escalões como os juniores, juvenis ou iniciados, que poderiam providenciar jovens talentos a curto prazo para as equipas principais. Em que medida esta realidade constitui uma grave lacuna na modalidade e qual o trabalho a fazer para o regresso do futebol de formação ao concelho?
A formação é muito importante para o concelho e, quando há continuidade dos atletas até ao escalão sénior, o seu desenvolvimento é muito maior. Ter um atleta da formação que chegue a integrar o plantel sénior é muito importante. Neste caso, o atleta já conhece o clube por dentro, sente a sua importância e luta pelos seus objetivos. No fundo, desde muito novo, o seu envolvimento é cada vez maior e mais forte, o que é bom a todos os níveis.
 
Nas últimas temporadas, tens sido bastante afetado por lesões graves, que te têm impedido de dar o melhor contributo à equipa dentro de campo. Como está a correr a recuperação e que Samuel vamos ter oportunidade de ver no regresso ao eixo da defesa do clube?
Na época 2018/2019, eu estava a realizar um bom campeonato. Sentia-me física e psicologicamente muito bem, até que surgiu esta lesão - rotura total do ligamento cruzado anterior e do menisco externo. Tendo sido submetido a uma intervenção cirúrgica, estive parado durante alguns meses e, agora, após as numerosas sessões de fisioterapia, penso que recuperei de forma muito positiva e promissora. Até que nesta época depois de vários jogos realizados, sentia-me bem e voltei a ressentir-me, a gravidade da lesão não é maior que a última, mas tive de parar alguns jogos. 
O pior e muito angustiante, para mim, é querer ajudar os meus colegas de equipa e não o poder fazer por estar fora das quatro linhas. Contudo, uma certeza eu tenho: a vontade de ajudar o clube enche-me a alma!  Ambiciono trabalhar arduamente para recuperar a forma que sempre me caracterizou e para regressar logo que possível ao eixo da defesa do FC Santa Marta. Tenho muita fé, ambição e confiança. Por isso, o verdadeiro Samuel estará brevemente de volta e em grande forma!!
 
O futebol parou antes de tempo, as saudades de ver a bola a rolar são imensas e as expectativas para o regresso das emoções na próxima época serão naturalmente grandes. Neste contexto, o que podem os adeptos esperar do Santa Marta, no regresso às lides desportivas?
Os sócios e simpatizantes do FC Santa Marta sabem que a nossa ambição e o nosso lema se resumem a uma só palavra - ganhar! Foi, é e será sempre assim! Não poderia ser de outra forma…
Estou ciente de que a direção, a equipa técnica e todos os jogadores trabalharão arduamente para que, em cada jogo, possamos dar a alegria que todos os nossos sócios e simpatizantes merecem. Este será com certeza mais um ano de sucesso, em que concretizaremos os nossos objetivos. Quanto mais unidos estivermos, mais fortes seremos e mais vitórias conseguiremos! Pelo Santa Marta, tudo, tudo, TUDO!!!
 
Entrevistador: Gonçalo Novais
Entrevistado: Samuel

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Data de publicação: 2020-05-19

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Comentários

    • Luis Miguel Loureiro

      Podem continuar com a foto esta equipa continua a vencer hoje dia 7 foi a vez do hc riba ave em casa do riba ave eles ganharam ,, HCRA 4 x 5 JP sub 19

    • hpolebrgvp

      Muchas gracias. ?Como puedo iniciar sesion?

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