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Israel Alves “A esmagadora maioria dos adeptos adoraria ter futsal no FC Porto"

Foi um dos excelentes jogadores da geração de futsalistas portugueses que «brilhou» na primeira década deste século e, aos 43 anos, não só espalha qualidade, como ainda se sente capaz de continuar a competir. 
Mas o que nos levou até Israel não foi a sua extraordinária carreira no futsal nacional e internacional, que o levou a arrecadar um título de campeão nacional e uma Supertaça pelo Sporting, uma Taça de Honra da AF Aveiro pelo Futsal Azeméis, ou os Jogos da Lusofonia ao serviço de uma seleção nacional que representou em 104 ocasiões. 
Foi para falar de futsal no FC Porto que quisemos obter as declarações de alguém que é o principal rosto de um projeto liderado por Nuno Lobo que pretende levar a modalidade para o seio do clube «azul-e-branco».
Em entrevista dada ao Complexo.pt, Israel mostra-se honrado por assumir a defesa de um projeto que, sublinha, já devia ser uma realidade, motivação essa partilhada por muitos portistas apaixonados por futsal, e desejosos de ver o seu clube medir forças com os crónicos candidatos Benfica e Sporting.
Admitindo que, com Pinto da Costa, existir futsal no FC Porto é quase impossível, resta a Israel, e às candidaturas opositoras ao presidente, esperar pelos resultados do sufrágio para perceber o destino que os portistas querem dar ao clube. No entanto, nunca se falou tanto de futsal nas hostes portistas. Só o tempo dirá se as sementes do «sonho» não estarão desde já a ser lançadas…
 
COMPLEXO | O Israel ficou notícia recentemente por ser o «rosto» do projeto para a criação de uma secção de futsal no FC Porto, colocado em debate pela lista encabeçada por Nuno Lobo à presidência do FC Porto. Que motivos o levaram a querer assumir publicamente a junção a esta lista, e o apoio a este projeto?
ISRAEL | Um dos grandes motivos que me levaram a aderir a este projeto foi a minha enorme vontade de colocar o futsal como um importante tema de debate em torno do futuro do clube. Há muitos anos que se tenta tornar este projeto uma realidade, mas sabemos que isso é quase impossível com o atual presidente. Quando surgiu o convite do Nuno Lobo, senti que tinha a oportunidade de dar força a este tema, e de trilhar caminho para que possamos ficar cada vez mais próximos de concretizar esse sonho. Temos visto, no decorrer desta campanha, que se tem falado, com uma frequência cada vez maior, no futsal, de modo que, independentemente do resultado das eleições para os órgãos sociais do FC Porto, tivemos o mérito de colocar este tema em destaque, e isso já é bastante positivo.
 
Porque seria, no seu entendimento, importante o FC Porto ter uma secção de futsal?
O futsal é a modalidade desportiva mais praticada no país, a seguir ao futebol. É uma modalidade que já não está em crescimento, mas sim plenamente consolidada a um nível já muito elevado. E nós vemos pelos dérbis entre o Sporting e o Benfica, que toda a gente aprecia o futsal, e que os pavilhões estão quase sempre cheios ou bastante bem compostos, além de se tratar de uma modalidade autossustentável. Para lá da projeção desta modalidade, dizer que é quase uma obrigação um clube como o FC Porto criar uma secção de futsal, que esteja preparada para competir com as duas grandes potências nacionais da modalidade, o Benfica e o Sporting.
 
Quais os benefícios que a presença do FC Porto no futsal poderia ter, tanto para o clube como para a modalidade?
Para o clube, a modalidade traria o benefício de incrementar a sua projeção desportiva, numa modalidade financeiramente muito sustentável que, através da sponsorização, tornaria perfeitamente viável o futsal, ao contrário do que o atual presidente quer fazer transparecer. É igualmente importante sublinhar que a esmagadora maioria dos adeptos adoraria ter futsal no FC Porto, pois são apreciadores da mesma, e gostariam de ter a oportunidade de, também aqui, apoiar o seu clube. Para a modalidade, seria um sonho tornado realidade. Na altura em que eu jogava na seleção, toda a gente falava nisso, e toda a comunidade e entidades ligadas ao futsal iriam adorar a entrada do FC Porto na modalidade, que passaria a ter um campeonato muito mais competitivo.
 
Que explicações consegue encontrar para o facto de o FC Porto não ter futsal na sua estrutura desportiva?
A única explicação que te consigo dar é a de que o presidente não gosta de futsal. Aliás, eu recordo uma entrevista que ele deu no fim de uma época em que o FC Porto foi campeão tanto no futebol como nas outras modalidades, em que afirmou em tom de gozo que os rivais de Lisboa iam ter a consolação de lutar pelo «futebol dos pequeninos». Apesar de Pinto da Costa não ter grande simpatia pelo futsal, sei que há dirigentes que quiseram criar esta secção e que, inclusive, já existiram parcerias quase feitas, mas esses projetos nunca tiveram o aval do presidente.
 
Até que ponto a ausência do FC Porto da modalidade de pavilhão mais praticada no país não representa, no seu entendimento, um erro de estratégia desportiva seguido pelo próprio clube?
A ausência de futsal no FC Porto só não é considerada um erro de estratégia porque o presidente, por tudo o que já fez e por aquilo que representa, é intocável. Em outros clubes, ou até com outras direções, estou plenamente convencido de que o futsal já existiria. Atenção que, enquanto portista, adoro o nosso presidente, e tenho uma enorme gratidão por aquilo que já fez pelo nosso clube. Contudo, o facto de a sua liderança não ter merecido, até agora, nenhum tipo de contestação, está a conduzir o clube a uma estratégia de pensamento único, que nos trouxe à situação extremamente delicada que atualmente é vivida.
 
Durante três décadas, acompanhou a evolução do futsal no nosso país e no estrangeiro, e viveu sempre por dentro as emoções da modalidade. De que forma é que, ao longo destes anos, a comunidade do futsal «pediu» pela adesão do FC Porto à modalidade, e quando é que isso esteve muito próximo de acontecer?
Há alguns anos atrás, o futsal esteve muito perto de chegar ao FC Porto. Houve várias parcerias que foram feitas, o processo estava quase no seu desfecho, as coisas estavam praticamente acertadas, numa parceria desenvolvida em conjunto com o Alpendorada, que também envolveu o então dirigente Reinaldo Teles, e que permitiria o ingresso direto na 1ª Divisão. No entanto, quando o dossiê chega à presidência não houve autorização para dar seguimento à iniciativa, quando a mesma não teria custos absolutamente nenhuns para o FC Porto.
 
No contacto que teve e tem com adeptos do FC Porto, o que acham eles da proposta da vossa lista, de criar uma secção de futsal no clube?
Na ideia de todos os sócios e simpatizantes que conhecemos, está a mesma vontade de ter futsal no FC Porto, independentemente da direção que esteja na liderança. Muitos gostariam que esse desejo se concretizasse com a atual direção, mas sabem que é praticamente impossível.
 
A ser criada uma secção de futsal, qual a estrutura que a mesma teria?
A ser criada, deveria ser constituída por um vice-presidente para as modalidades, que seria o José Moutinho, sendo que, no meu caso, eu seria apenas um «rosto» da modalidade na estrutura do clube. Posso adiantar-te que, caso mereçamos a confiança dos associados, já teríamos uma equipa técnica comprometida com o nosso projeto, que seria autossustentável graças à sponsorização. Além da equipa principal, teríamos tudo preparado para albergar um excelente projeto de camadas jovens, a partir de uma parceria estruturada com um clube já preparado nessa vertente.
 
Entre a possibilidade de adquirir direitos desportivos de uma equipa primodivisionária ou de 2ª Divisão Nacional, ou a criação de um projeto que quisesse chegar ao topo através dos campeonatos distritais, qual seria a opção estratégica seguida, e porquê?
Está tudo acordado com um clube histórico no futsal português, detentor também de todos os escalões de formação e de um pavilhão próprio para trabalhar com todas essas equipas, o que deixaria o Dragão Caixa apenas para a equipa principal. A ideia não é, no entanto, entrar diretamente na 1ª Divisão mas sim na 2ª e, no ano seguinte, chegarmos ao patamar mais alto do futsal nacional.
 
Numa entrevista que realizei com o selecionador nacional Jorge Braz, foi-me referido por ele que, mais importante do que a grandeza dos clubes, o relevante é que venham com “processos de qualidade”. Qual o trabalho que o FC Porto estaria disposto a fazer, para garantir o recrutamento de jogadores, técnicos e dirigentes que assegurassem a qualidade do trabalho do clube na modalidade?
Eu percebo essas preocupações do mister Braz e, de facto, esses processos de qualidade têm que ser trabalhados desde muito cedo, daí a importância que atribuímos à existência de uma estrutura forte na formação. Até porque o nosso objetivo passa, por um lado, pela formação de jogadores capazes de, daqui a uns anos, serem mais-valias no plantel principal. No entanto, quando olhamos para a competitividade dos plantéis de Benfica ou Sporting e vemos que mais de metade são jogadores estrangeiros, temos a noção de que, para almejarmos a luta pelo título de campeões nacionais, teríamos que alargar a nossa base de recrutamento tanto a jogadores estrangeiros de excelente nível, como a portugueses que se destacassem pela positiva no futsal nacional.
 
Até que ponto os problemas financeiros do clube podem condicionar ou até mesmo inviabilizar a possibilidade de ter futsal no FC Porto?
Infelizmente, são do conhecimento geral os graves problemas financeiros que o clube atravessa. No entanto, volto a sublinhar, sem querer ser repetitivo, de que estamos a falar de uma modalidade autossustentável, que não acarretaria praticamente despesa nenhuma ao FC Porto. É esse ponto que temos vincado, contrariamente ao que é referido pela atual direção, que tenta fazer passar para o exterior a ideia de que o futsal iria obrigar a um grande investimento financeiro.  
 
Porque seria Nuno Lobo a pessoa ideal para tornar esse sonho de muitos portistas uma realidade?
Não sei se seria a pessoa ideal, mas foi o Nuno Lobo que deu o ponto de partida para este projeto, nomeadamente quando me ligou a perguntar se eu estaria interessado em associar-me a este projeto, que seria uma aposta pessoal dele. O Nuno é um amante da modalidade, adora futsal e um adepto fanático pelo FC Porto. Agora, mais do que saber quem seriam ou não as pessoas certas para montar um projeto desses, o que eu gostaria era de ver o FC Porto na modalidade. Se fosse com ele, e pertencendo eu a esse projeto, seria a «cereja no topo do bolo», e uma grande vitória pessoal para o Nuno Lobo.
 
Caso os sócios do FC Porto optem pela continuidade de Pinto da Costa como presidente, até que ponto teme que o debate em torno da criação de futsal deixe de acontecer, e a proposta seja esquecida?
Muito sinceramente, caso Pinto da Costa vença as eleições, acho que é mesmo isso que vai acontecer. Enquanto o atual presidente permanecer no cargo, o FC Porto nunca vai ter futsal. Contudo, quando aceitei associar-me a este projeto, a minha ideia era a de que se falasse no futsal no seio do clube, e que ficasse qualquer coisa da minha mensagem, que é o que está a acontecer. A modalidade está a ser falada no FC Porto, mesmo na lista do presidente encontramos o Vítor Baía, que é uma pessoa que adora futsal, pelo que já tive oportunidade de saber em conversa com ele, e pode ser que, mesmo num cenário de continuidade do presidente, possam existir condições para dar esse passo, com ou sem o Israel.
 
Não é muito habitual, na história do FC Porto, que o futsal seja um assunto de debate no futuro do clube. Quais as razões para acreditar que se possam estar a criar as bases para que, num futuro mais ou menos próximo, tenhamos os três «grandes» no futsal português?
A ideia deste nosso projeto é essa, ter os três «grandes» na modalidade, o que representaria um «boom» brutal na projeção da modalidade. O nosso objetivo é agora fazer com que aquela pessoa que manda consiga perceber que o futsal não é um capricho, mas sim uma realidade que os associados querem ver concretizada. Até porque o FC Porto pertence aos associados e, se estes querem o futsal, tal como quiseram uma modalidade que agora existe, o ciclismo, há que colocar guerrinhas e provocações de lado, e levar essa vontade em frente. 
 
Enquanto futsalista com muita experiência competitiva, tanto em grandes clubes e seleção nacional como até em outros países, como olha para a evolução da modalidade à escala mundial, e o que se pode esperar que venha a ser o crescimento do futsal internacional nos próximos anos?
O futsal cresceu de uma forma doida. Hoje, acredito que já não estamos a falar de crescimento, mas de uma realidade competitiva em que as grandes potências do futebol começam a investir no futsal, e temos o exemplo recente do Ricardinho, que vai jogar em França. Pela quantidade de países que estão a investir no futsal, e pela quantidade de seleções de grande qualidade que começam a surgir por toda a parte, constatamos que o futsal «disparou» em termos de projeção mundial, a um patamar incomparável com o de outras modalidades. As pessoas têm que perceber este crescimento e que, nesta altura, estamos a falar de uma disciplina desportiva de elite, que vai continuar nesta senda de projeção por muitos e muitos anos.
 
Até que ponto o aumento do interesse, um pouco por todo o Mundo, pela modalidade, pode torná-la um investimento cada vez mais apelativo para o futuro?
O futsal já envolve muitos milhões, e apresenta uma dimensão global. Já não estamos a falar do futsal de há quinze anos atrás, em que jogávamos por carolice. Atualmente, já se consegue movimentar imenso dinheiro na modalidade, e atrair grandes investimentos de empresas e organizações. E quando vemos países como a França a terem capacidade para recrutar jogadores como o Ricardinho, percebemos que o futsal caminha a passos largos para ser uma modalidade de topo, e cada vez mais apelativa a grandes investidores.
 
Como avalia o estado atual do futsal português, ao nível dos clubes, das seleções, e da competitividade dos jogadores e das jovens promessas e «estrelas» que vão aparecendo?
O estado atual do nosso futsal está bom. Fomos campeões europeus de seleções, um feito excecional, temos um campeonato muito bom mas desigual, com o Benfica e o Sporting a lutarem pelo título entre si, e já sem aquelas equipas que, outrora, conseguiam ombrear com os «grandes» como o Freixieiro, o Instituto D. João V ou a Fundação Jorge Antunes. Na formação, estamos no bom caminho, com um trabalho que está a ser muito bem feito, por pessoas competentes, que é o mais importante. Já não são aquelas pessoas que só querem aparecer, mas sim gente que sabe o que faz. Estamos muito bem entregues nesse capítulo.
 
Com esta pandemia, que impacto espera que esta crise venha a ter no futsal, e que trabalho a modalidade terá de desenvolver em Portugal, para que nos mantenhamos como uma das grandes potências futsalísticas do planeta?
Ninguém contava com esta pandemia. Tenho falado com vários jogadores, e sei que as coisas, em alguns casos, não estão fáceis. Alguns vão ter de sair do país, e existem receios de que várias equipas possam nem conseguir arrancar. Quem quiser continuar a viver disto, ou vai ter que baixar muito o que aufere, ou vai ter que sair daqui e, se nenhum dos casos for possível, terá que ponderar outros caminhos, até porque os clubes têm muita dificuldade em suportar esta situação. Vamos ter que ser nós, todos os que amamos o futsal, a fazer algo pela modalidade, e a dar a volta a esta situação. Isto passará por investir mais nos jovens, deixar de contratar sem critério, «às paletes», como eu costumo dizer, e apostar mais nos jogadores portugueses no futuro próximo. Vamos entrar num período em que, para além de enfrentarmos a doença, teremos que nos debater com uma situação económica difícil, que nos afetará a todos. Posso dar-te o exemplo de um clube que representei durante três anos, o Futsal Azeméis, que tem uma estrutura muito bem montada na modalidade, e que foi forçado a reduzir bastante os valores de investimento na modalidade, porque as empresas que aguentavam todo o projeto não têm capacidade de patrocinar da mesma forma. É um exemplo de uma situação complicada para todos.
 
Aos 43 anos, ainda continua a ser fundamental dentro da quadra, e dá seguimento a um percurso com mais de 100 internacionalizações, três presenças em Mundiais, duas em Europeus, ou um título de campeão nacional em 2003/04, numa fantástica equipa do Sporting. Ao olhar para todo este percurso, que balanço faz relativamente a tudo o que foi como jogador, e a tudo o que conquistou na sua carreira?
Já estou para terminar a carreira há alguns anos mas, felizmente, cuido-me, treino todos os dias e ainda consigo competir com os mais novos, porque no dia em que já não o consiga, serei o primeiro a tomar a decisão de terminar o meu percurso como jogador. São vinte e muitos anos dedicados ao futsal, bastantes ao mais alto nível, e devo tudo o que sou ao futsal. Jamais serei ingrato com uma modalidade que me deu tudo o que de bom eu poderia ter, com momentos menos bons que fazem naturalmente parte de qualquer percurso. Tive uma carreira bonita, que me permitiu viver momentos que jamais pensaria poder viver, pude ter o orgulho indescritível de representar a seleção, conquistei títulos que ambicionei, e conheci o Mundo à custa do futsal. Tudo o que puder retribuir, estarei sempre disponível para ser mais um a ajudar a promover o futsal, de preferência com camadas jovens, sem nunca querer viver à custa da modalidade. Até porque, se não for para dignificar o futsal, não contem com o Israel.
 
Quais os planos que tem para aquela que poderá ser a continuidade da sua ligação ao futsal no futuro?
Para já, passam por fazer a próxima época, apesar de ainda não saber bem onde, porque felizmente têm aparecido alguns convites o que, dada a minha idade, é excecional. Terminando a minha carreira, os meus objetivos passam por trabalhar com miúdos, na formação. Jamais quererei estar em equipas seniores, porque não tenho essa vocação, essa paciência. É com os mais jovens que eu estarei disponível a dar o meu contributo, e a ajudá-los a amar o futsal como sempre o amei. 
 
Entrevistador: Gonçalo Novais
Entrevistado: Israel Alves

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Data de publicação: 2020-06-03

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Comentários

    • MatthewVex

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