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A QUARENTENA FEZ BEM AO PAÇOS

Espírito de luta, competência e vontade renovada de conseguir a manutenção - eis a identidade deste Paços de Ferreira pós-confinamento, que tão boa imagem deixou em Alvalade, e venceu em Vila do Conde.
Não foi, contudo, um começo fácil para os pacenses, que começaram orientados por Filipe Rocha e, a partir da quinta jornada, por Pepa. Com dificuldade para criar jogo ofensivo, e com um meio-campo a apresentar dificuldades para funcionar como elo de ligação ao ataque, nem a razoável capacidade defensiva dos seus jogadores foi suficiente para evitar os maus resultados, com a primeira vitória no campeonato a aparecer à sexta jornada, a segunda na 11ª, e o Natal e Ano Novo a serem passados em zona de despromoção.
O ano de 2020 ameaçava ser terrível para os «castores» que, depois de triunfarem sobre o Moreirense (1-0) no primeiro desafio de janeiro, passariam sete jogos seguidos sem ganhar em todas as competições, período que valeu a eliminação na Taça de Portugal e quatro derrotas seguidas na Liga NOS, e não fosse a inspiração ofensiva da equipa nas vitórias sobre o Famalicão (2-1) e o Aves (3-1), e o desastre podia parecer iminente.
Até que, em março, a pandemia levou à suspensão temporária do campeonato, e ao surgimento de uma equipa pacense disposta a dar o melhor de si para se manter entre os «grandes» do nosso futebol. Com Marcelo a garantir segurança defensiva e equilíbrio posicional no setor mais recuado da equipa, e Luiz Carlos e Mohamed Diaby a controlar o jogo ofensivo dos adversários a meio-campo, a equipa conta agora com um João Amaral a ajudar Pedrinho e Hélder Ferreira a «empurrar» a equipa para a frente (com o importante apoio do lateral-direito Jorge Silva), onde o Paços tem vários «artilheiros» de enorme valor.
Um deles, Douglas Tanque, já deixou a sua assinatura na excelente vitória frente ao Rio Ave (3-2), mas jogadores como Welthon ou Uilton Silva podem também fazer a diferença, numa equipa que fez «tremer» o Sporting na passada sexta-feira, e que agora tem de se preparar para os duelos com o Belenenses e o Tondela, equipas também envolvidas numa luta idêntica pela manutenção, e que estão na 13ª e 14ª posições, respetivamente, e que poderão ser vitais para que o Paços de Ferreira encare a reta final de temporada com um conforto acrescido na tabela classificativa.
Com 26 jornadas disputadas, o Paços de Ferreira é 16º, com os mesmos 25 pontos do Marítimo, e mais cinco do que o Portimonense, que é a primeira equipa abaixo da zona de despromoção.
 
Texto: Gonçalo Novais
Foto: Liga Portugal

 

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Data de publicação: 2020-06-14

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