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Vilar de Perdizes "dignificar esta instituição e esta aldeia e deixar todo o Barroso com orgulho"

Equipa de aldeia que se agiganta em Trás-os-Montes, o Vilar de Perdizes prepara a sua entrada em cena na Taça de Portugal em casa do Vianense, da Série A do Campeonato de Portugal.
Apesar da qualidade do plantel barrosão, a verdade é que existem contrariedades que, na opinião do presidente Márcio Rodrigues, podem complicar a vida à equipa, antes de um confronto decisivo como este. "Infelizmente é este o nosso primeiro jogo da época. Vamos entrar «a frio», enquanto que o nosso adversário já leva três jogos oficiais realizados e em está numa divisão acima. Ainda assim, os nossos sócios e simpatizantes podem esperar um grupo de verdadeiros guerreiros, preparados para lutar por dignificar esta instituição e esta aldeia e deixar todo o Barroso com orgulho deste grupo de trabalho, que parte para este encontro com humildade mas com muita vontade e determinação em escrever mais uma bonita página na nossa história", assegurou.
Na antevisão que fez ao jogo de domingo, o presidente do Vilar de Perdizes espera um Vianense com muito valor coletivo e individual, mas garante que a sua equipa estará à altura do desafio. "Somos uma equipa de aldeia, humilde, mas trabalhamos com o máximo de profissionalismo possível, e encaramos este jogo como o mais importante das nossas vidas, mas só porque é o próximo, nada mais que isso. De resto, espero que toda a estrutura desfrute deste momento, que o viva com intensidade, e aproveite cada segundo para poder ser feliz, independentemente do resultado", referiu, além de vincar a importância de manter uma identidade própria, mesmo num encontro teoricamente difícil. "Hoje em dia já não se nota tanta diferença da distrital para o Campeonato de Portugal e mais este ano, que penso que a competição parece uma distrital em ponto grande, pois tem equipas que talvez no nosso campeonato não fiquem nos três primeiros lugares. A nossa equipa tem a sua ideia de jogo implementada e não é por jogar contra uma equipa dos nacionais que vai mudar a sua identidade. Teremos de ser iguais a nós próprios, respeitando o nosso trabalho e o adversário".
Nas suas declarações, Márcio Rodrigues confessou temer que alguma ansiedade se apodere da equipa, mas mostra-se satisfeito com o plantel à disposição da equipa técnica liderada por Vítor Penedones. "Vivemos tempos atípicos, a nossa equipa está a trabalhar desde 17 de agosto. Foi uma pré-época muito longa, com poucos jogos de preparação, e os nossos jogadores estão ansiosos por voltarem a competir sete meses depois. Espero que essa ansiedade passe logo no aquecimento deste jogo pois é um receio que eu tenho. O lado positivo é o de que, dentro de todas as dificuldades, conseguimos um plantel com qualidade que nos dá confiança para realizar uma boa época, à imagem do que temos feito nos últimos anos. Um plantel curto com 17 séniores e seis juniores que vão integrar a equipa sénior, pois só assim faz sentido a aposta na formação", sublinhou.
Relativamente à composição do plantel, a baliza do Vilar de Perdizes está entregue a Bruno Pini, regularmente usado na equipa durante as três últimas épocas, e os jovens Ângelo Nascimento (ex-Naval) e Rúben Costa. Na defesa, vamos encontrar figuras de maior relevo como Zé Luís (ex-Montalegre), Lucas Martorell ou Pedro Parente, com opções como Jane Moreno, Mário Costa (ex-Montalegre), Nahuel Machado (ex-Mirandês) e Rúben Muralhas.
O meio-campo é de continuidade, com Mika, Roberto Garcia, os dois Kubota (Diogo e Fábio) e os jovens Bruno Moreiras e Leonardo Costa a continuarem a envergar a camisola do clube, e o ataque é inteiramente formado por reforços, com os talentosos argentinos Agustín Guerra e Francisco Estanga a virem do Mirandês, Andrés Moreno do Trofense, Ricardo Palomino do Carção, Duda do Vidago e Patrão Correia do Marinhais.  
 
Texto: Gonçalo Novais

 

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Data de publicação: 2020-10-10

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