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OS PROTAGONISTAS | Paços de Ferreira 1-1 Póvoa Futsal

No jogo que opôs pacenses e poveiros de atraso da serie B, da 2ª divisão nacional, o empate acabou por ser o desfecho, numa partida que houve oportunidades de golos, mas que acabou com apenas um golos para cada lado. 
 
Os principais destaques: 
FC Paços de Ferreira | Do lado dos pacenses a defensiva evidenciou-se relativamente ao ataque. Sempre solidários, em que Rúben na baliza acabou por ser uma das figuras. O fixo Rafa Afonso também foi dos que esteve melhor, principalmente no corte e que por norma leu as jogadas sempre bem, pecou principalmente na entrega em que falhou alguns passes. Alterando com Hugo "Coxas" que confirmou o golo da sua equipa, cumpriu nas tarefas defensivas mas faltou maior capacidade de penetração.
Xotes é a principal referência da equipa, é dele que saem os principais lances de maior perigo, mas na noite de ontem acabou por nem sempre conseguiu desequilibrar e não foi capaz de aplicar o remate uma das suas principais armas. Fábio teve um jogo regular, faltou-lhe apenas algum "sangue frio" na hora de finalizar. Mário procurou os espaços e conseguiu colocar a equipa povoreira em algumas ocasiões em sobressalto, não foi capaz de ser "matador" nas oportunidades que dispôs. Vitinha que alternou com Mário na zona de pivô, sempre que interveio procurou servir, não foi influente como noutras ocasiões. 
 
PÓVOA FUTSAL | Na equipa do Póvoa, alguns nomes são bem conhecidos no panorama nacional de Futsal, Joel e Ricardo são as referências da equipa. Mas quem se destacou foi mesmo o guardião Bruno Brioso, que esteve sempre bem na partida com um "punhado" de excelente intervenções. Joel Queiroz esteve sempre muito marcado, não esteve ao seu melhor nível, teve um lance fantástico em que faltou apenas o golo. Ricardo assumiu a responsabilidade na organização da equipa, mas acabou por se tornar muito previsível, mas é ele o cérebro do processo ofensivo. Benny foi dos que mais tentou o desequilíbrio 1x1, nos primeiros minutos ainda criou mossa na defensiva pacense mas com o decorrer do jogo perdeu imprevisibilidade. Alicante foi autor do golo e merece destaque, numa finalização característica de futsal. Diogo Amorim sempre que esteve na quadra procurou dar equilíbrio, mas no ataque não conseguiu desequilibrar, com algumas bolas perdidas. 
 
OS TÉCNICOS | Ambos mantiveram-se fieis à identidade da equipa, ambos apostaram no 3:1, com variâncias distintas na solicitação à referência de pivô. Realçar que dos esquemas tácticos nenhuma das equipas se realçou, não conseguiram vantagens nem grandes situações de finalização. Ambos conseguiram ler bem o jogo nas diferentes fazes em que as alterações efetuadas no decorrer do jogo mantiveram o equilíbrio, mas recorriam aos seus bases sempre que a equipa apresentava maiores dificuldades. Ambos não quiseram arriscar muito.
 
Texto: Luís Leal
Foto: Complexo

Anexos:

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Data de publicação: 2020-11-12

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