Só reação não chega, faltou irreverência a Portugal
A seleção empatou frente à República Checa a 3-3, num jogo que Portugal esteve longe do seu melhor, nesta qualificação europeia.
Os checos foram uma equipa que souberam aproveitar a pouca criatividade de Portugal, cautelosos e eficazes, conseguiram adiantar-se no marcador aos 4 minutos por Michal Seidler. Respondeu Portugal e no minuto seguinte Miguel Ângelo empatou.
Apostado no habitual sistema 3:1 bastante rígido em que Zicki foi a principal referência de Pivô, a equipa de Jorge Brás teve muitas dificuldades em criar desequilíbrios. A Republica Checa pragmática voltou a adiantar-se por Slovacek. Mais uma vez em reação a equipa lusa respondeu e no mesmo minuto empatou 2-2 por Pany Varela.
Portugal continuou a ter mais posse e assumir o jogo, mas muito previsível e sem soluções, um futsal até por si só pouco atrativo.
Na segunda metade Portugal conseguiu estar pela primeira vez na frente do marcador, Fábio Cecílio encostou para o golo, nos pouco lances em que alguém procurou desequilibrar no 1x1 com sucesso, foi Tiago Brito a conseguir desatar um nó.
Portugal na frente e inverteram-se os papeis, a Republica Checa a responder e a fazer a igualdade por Michal Holi, em que Vítor Hugo não esteve isento de culpas na baliza portuguesa.
A partida com o empate perdeu interesse e poucas oportunidades de golo e até as melhores foram para os checos.
Exibição pálida de Portugal, que apesar do empate que em nada belisca o apuramento. Portugal volta a jogar na próxima terça-feira novamente frente à República Checa.
Texto: Luís Leal
Foto: FPF
Anexos:
Data de publicação: 2021-03-06
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