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Joaquim Machado “organização de Castelo Branco envergonha o Ralicross nacional”

Joaquim Machado não teve dos melhores fim-de-semana, o piloto de Ralicross Super 1600, que liderava a classificação do campeonato à partida da prova de Castelo Branco, a terceira da temporada, o piloto de Lousada ao volante do Peugeot 206 terminou na 5ª posição.
O piloto numa nota enviada à impressa revela que a organização começou por alterar a planificação “nós nos vimos forçados, pela organização a alterar a vida, de forma a participar na corrida” uma vez que “organização para nos “obrigar” a verificar na sexta feira.”
Mais atirou Joaquim Machado à Organização “Com uma organização completamente desnorteada, sem qualquer preparação, até para fazer as grelhas de partida. Uma organização que veio denegrir o Ralicross. Mas os problemas organizativos continuaram e agravaram-se. De tal forma que chegou a ser caricato”. O piloto identificou vários problemas organizativos ao longo do fim de semana “A rega feita na primeira manga levou a uma diferença de 20 segundos entre séries. Uma injustiça para os pilotos, que já estavam completamente destabilizados com a confusão de trocas na pole.  Colocam uma viatura, retiram a viatura, afinal acaba por ir a viatura que não poderia participar, uma vez que foi assistido na pré grelha.
Após levarmos um toque, de tal forma que nos fez saltar o tubo de gasolina do Peugeot. Na série da terceira corrida de qualificação em que vários pilotos foram prejudicados, e saíram diretamente da pista para a box. Entretanto aguardávamos, pacientemente, que o único reboque existente levasse outro concorrente. O tempo passou, os outros concorrentes, indevidamente, voltaram das boxes e o Peugeot a ser carregado, claro que a organização não viu os outros concorrentes irem assistir os carros nas boxes e não nos permitiu fazê-lo. Uma organização que faz vista grossa a situações, quando lhes convém. Segundo a informação que nos foi dada, a bandeira vermelha apresentada ficou a dever-se a falhas na cronometragem, que curiosamente estava a apresentar os tempos da corrida em direto.
Quanto à final, a confusão começou antes da primeira curva. A análise da situação é simples! Basta para tal ter alguns conhecimentos de Ralicross, ver as imagens e serem completamente neutros na análise. A nossa final ficou comprometida. A trajetória de corrida estava impedida por três viaturas, seria bom ter sido mostrada uma bandeira vermelha, até porque em situação bem menos graves a organização a mostrou.
De qualquer forma, apesar de todas estas situações, de uma organização que envergonha o Ralicross nacional. De um fim de semana negro para a modalidade. Temos de deixar uma palavra de apreço para o nosso preparador, a Kaxa & Motor, que foi incansável, quer com a viatura quer no incentivo a Joaquim Machado”.
 
Texto: Redação
Foto: Joaquim Machado

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Data de publicação: 2020-08-05

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